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Não existe o "tempo" certo, nem o momento mais adequado... Os grandes homens são eternos. Um modo de HOMENAGear O MELHOR ACTOR DE SEMPRE, CHARLES CHAPLIN. Hoje... apeteceu-me, vá lá saber-se o porquê !!

Quarta-feira, 16.09.20

Charlot ou Carlitos... um Ser Inesquecível !

Desde menina que me "apaixonei" pela figura do grande Charlot"... ficava em frente do televisor mesmo ainda sem saber ler, conseguia entender que mesmo a tristeza pode ter humor, quando a intenção é essa mesma.
Os anos passaram e pelo que lia dele descobri um ser humano fantástico. Um actor inigualável, daqueles que "so existe mesmo um", na arte cénica do humor.
Mais tarde descobri as outra facetas de escritor, compositor e cineasta, continuei com a mesma opinião, as suas reflexões são autênticas lições de vida e para alem disso de um humanismo sem igual.
Como compositor e entre milhares de outros tantos, dos quais não me alheio e admiro, compôs a minha musica preferida e que é um hino à sensibilidade humana, "Luzes Da Ribalta".
Há muito que andava para escrever algo sobre este ARTISTA e HOMEM mas, sem querer e deambulando pelas páginas deste "Mundo" que é a internet, encontrei o que abaixo transcrevo e que o retrata.
Todavia, não podia deixar de escrever esta introdução em meu nome pessoal, porque a minha admiração e carinho não transparece na sua biografia. Tinha de ser algo sentido por mim.
 
Obrigada "Carlitos" pelas "risadas" e também pelas lágrimas de emoção que me fizeste "viver".

®M.Cabral
"Chaplin nasceu em Londres no ano de 1889 e iniciou sua carreira como mímico, fazendo excursões para apresentar sua arte. Em 1913, durante uma de suas viagens pelo mundo, este grande ator conheceu o cineasta Mack Sennett, em Nova York , que o contratou para estrelar seus filmes.
Seu personagem mais famoso foi o vagabundo Carlitos, oprimido e engraçado, este personagem denunciava as injustiças sociais. De forma inteligente e engraçada, este grande artista sabia como fazer rir e também chorar.
Em 1918, no auge de seu sucesso, ele abriu sua própria empresa cinematográfica, e, a partir daí, fazia seus próprios roteiros e dirigia seus filmes. Crítico ferrenho da sociedade, ele não se cansava de denunciar os grandes problemas sociais, tais como a miséria e o desemprego. Produziu grandes obras como: O Circo, Rua de Paz e Luzes da Cidade.
Adepto ao cinema mudo, o também cineasta, era contra o surgimento do cinema sonoro, mas como grande artista que era, logo se adaptou e voltou a produzir verdadeiras obras primas: O Grande Ditador (crítica ao fascismo), Tempos Modernos e Luzes da Ribalta.
Na década de 1930 seus filmes foram proibidos na Alemanha nazista, pois foram considerados subversivos e contrários a moral e aos bons costumes. Porém, na verdade, representavam uma crítica ao sistema capitalista, à repressão, à ditadura e ao sistema autoritário que vigorava na Alemanha no período. O sucesso dos filmes foi grande em outros países, sendo traduzido para diversos idiomas.
 
Em 1965, publicou sua autobiografia , Minha Vida.
Em 1977, o mundo perdeu um dos grandes representantes da história do cinema.""
 
Fonte: Sua Pesquisa.com

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publicado por Maroussia às 19:51

O inexplicável, não se explica... entende-se, pondera-se e aceita-se !!

Segunda-feira, 29.06.20

21668492_o4UV5.jpegImagem by net

 Texto de um Diário (falhado)

Olá meu caro "amigo" 

Desculpa a minha ausência (no fundo até descansaste um pouco de mim).
Não te esqueci de todo, aliás sabes que já não sei "viver" sem ti. Só que tenho andado um pouco "estranha", não diria que mal mas, menos bem.
Hoje, depois de jantar, fui a casa da filhota, para tomarmos café. Os homens para a sala da TV, em volta dos jogos, as mulheres ou seja a parte da minha prole feminina, na cozinha, em amena cavaqueira. A conversa daqui e de acolá, foi parar ao passado.
É curioso, como recordámos tantas coisas, boas e más, e à medida que a conversa foi fluindo, fomos "rebuscando" memórias e emoções.
Perdas, com lágrimas, lágrimas com "ganhos", nascimentos e vitórias, revivi de tudo um pouco.
Ri em determinadas "passagens" mas, também humedeci os olhos em outras.
Digamos que foram 3 horas como já ha muito tempo não vivenciava, sem telemóveis, sem tablets, sem tvs, sem computadores, como se o tempo tivesse "recuado". Em cima da mesa, apenas se viam chávenas de chá fumegante, um bule e um prato de biscoitos. 
Agora estando aqui para desabafar um pouco contigo, sinto-me mais plena, mais "aconchegada", porque nos dias que correm é tão difícil conseguir 3 horas, para simplesmente, apenas se conversar, e pensar que hoje isso aconteceu, enche-me a alma...!!

Agora vou descansar, se volto ou não amanhã não sei, mas volto... quiçá sine die !!

®M.Cabral

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publicado por Maroussia às 01:53







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